<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-2975823696306714170</atom:id><lastBuildDate>Sat, 17 Oct 2009 08:08:33 +0000</lastBuildDate><title>Miscelânea</title><description></description><link>http://teoriajornalistica.blogspot.com/</link><managingEditor>Perhaps.3@gmail.com (Ana Clara Abreu)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>7</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2975823696306714170.post-5914086146268518579</guid><pubDate>Sun, 10 May 2009 02:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-09T20:09:48.081-07:00</atom:updated><title></title><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt; Marcha da Maconha&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_uhBwURCVs3U/SgY8vrguvvI/AAAAAAAAAFQ/06WE1SnqCYc/s1600-h/100_1677.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_uhBwURCVs3U/SgZEqR20CyI/AAAAAAAAAFY/O8auxa40NH4/s1600-h/100_1677.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5334026301805431586" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 157px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_uhBwURCVs3U/SgZEqR20CyI/AAAAAAAAAFY/O8auxa40NH4/s200/100_1677.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Desde 1998, a marcha da maconha é feita no mundo como forma de protesto pacífico a favor da legalização da maconha. A primeira marcha feita em Brasília ocorreu dia 9 de maio de 2009, pois no ano passado a marcha foi proibida. A manifestação começou às 15h ao lado da Catedral. Segundo o comunicólogo João Gabriel, de 26 anos, “A marcha é o primeiro passo para discutir sobre as drogas de maneira diferente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Às 15h, a concentração já havia começado, faixas e pinturas competiam por espaço com a secura e o calor de Brasília. Para quem observava de longe, não iria sair nada daquelas poucas pessoas amontoadas na única sombra visível ao lado da Catedral. Aproximadamente às 15h15min, a marcha foi oficialmente autorizada. Outros se juntaram aos poucos à concentração que começou a criar ares de manifestação, com criatividade os participantes começaram a criar frases, pinturas pelos corpos. Às 16h15min, começou a primeira marcha da maconha na capital do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando os manifestantes começaram o caminho da Catedral até a Praça dos Três Poderes, o número de pessoas já havia aumentado consideravelmente. Grávidas, crianças, jovens gritavam e caminhavam pela legalização da maconha. Não houve nenhum tipo de conflito, e alguns carros e motos que passavam ao lado das duas faixas ocupadas pela marcha, buzinavam demonstrando apoio à caminhada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para falar sobre a importância da legalização e os motivos de terem feito a marcha, os jovens se sentaram formando um círculo, onde qualquer pessoa poderia expor o que pensava sobre a marcha e o que esperava. Nesse círculo, descreveram o objetivo da marcha, que é destruir o tabu da maconha, diminuir o tráfico e minimizar os preconceitos com os usuários de maconha.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como em alguns lugares no território brasileiro, a marcha foi proibida por ser uma apologia às drogas. Os participantes esclarecem que a marcha não é uma apologia às drogas nem incentivo ao uso da maconha. O que eles querem é o direito de fumar maconha sem fornecerem dinheiro ao tráfico, nem serem marginalizados. E, antes de terminar, o grupo marchou para Rodoviária.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2975823696306714170-5914086146268518579?l=teoriajornalistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://teoriajornalistica.blogspot.com/2009/05/marcha-da-maconha-desde-1998-marcha-da.html</link><author>Perhaps.3@gmail.com (Ana Clara Abreu)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_uhBwURCVs3U/SgZEqR20CyI/AAAAAAAAAFY/O8auxa40NH4/s72-c/100_1677.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2975823696306714170.post-1298255838383265050</guid><pubDate>Wed, 04 Jun 2008 23:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-05T20:18:09.209-07:00</atom:updated><title>Resenha sobre "1968, o ano que não acabou"</title><description>&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_uhBwURCVs3U/SEc4iNZEFZI/AAAAAAAAACQ/5Mvx_XLlAlg/s1600/evandro_teixeira.jpg" align="left" height="120" width="160" class="blogimage" /&gt;1968 é um ano marcado por conflitos entre idéias conservadoras e liberais em todo o mundo. Esses conflitos geraram centenas de manifestações que mudaram o rumo da história.&lt;br /&gt;O Brasil foi tomado por movimentos liberais de todas as formas. O livro de Zuenir Ventura foca as mudanças principais que ocorreram no Rio de&lt;br /&gt;Janeiro e em São Paulo, narrando superficialmente o que ocorria no resto do Brasil.&lt;br /&gt;A narrativa de Zuenir Ventura inicia-se na festa de Réveillon, promovida por Heloísa e Luís Buarque de Hollanda, que dava entrada ao ano de 1968. Nessa festa, grandes nomes artísticos e políticos estavam presentes. Todos com ideais esquerdistas em plena ditadura. Por meio de depoimentos, é feita a reconstituição do que acontecia na política e na cultura brasileira principalmente na música e no teatro.&lt;br /&gt;Descreve-se tanto as opiniões e posições de jovens engajados em causas esquerdistas, quanto de generais e políticos de direita, dando ênfase aos movimentos jovens, a peças brasileiras com um teor inovador e político e a nomes ilustres da ditadura.&lt;br /&gt;Como os movimentos de 1968 não ocorreram unicamente no Brasil, o autor mostra, sem se aprofundar muito, o que ocorria em lugares como a França, de onde muitas idéias foram base para os movimentos brasileiros.&lt;br /&gt;A divergência entre os ideais dos movimentos estudantis esquerdistas tirou a força dos estudantes. Enquanto estudantes com uma visão radical queriam que o povo tomasse o poder à força, outros estudantes, os reacionários, acreditavam que era possível uma transição pacífica e organizada. Mesmo assim os estudantes persistiam na sua luta.&lt;br /&gt;Cada conquista feita pelos estudantes fazia a força militar e a ditadura perder a credibilidade e razão e, como consequência, os métodos de repressão ficavam cada vez mais agressivos. A agressão praticada por policiais aos estudantes foi o que mobilizou parte da população brasileira a apoiar os estudantes.&lt;br /&gt;Foi por esse apoio que a passeata dos 100 Mil ganhou tantos adeptos e significou tanto para a população brasileira. Ao mesmo tempo em que os estudantes reivindicavam seus direitos, jornalistas, músicos e escritores lutavam para obter a liberdade de expressão.&lt;br /&gt;Assim como a passeata dos 100 Mil, muitas conquistas foram feitas durante esse ano e contadas por pessoas que estavam presentes nesses acontecimentos.&lt;br /&gt;"1968, o ano que não acabou" foi dividido em pequenos capítulos com subtitulos, que são passagens ou falas, que traduzem as páginas que se seguem motivando a ler as próximas páginas do livro.&lt;br /&gt;De forma dinâmica, Zuenir Ventura mostra o ano da história brasileira que, muitas vezes, professores não dão valor. Isso faz com que os jovens procure, saber mais como 1968agiu de forma direta na cultura de hoje, além de fazer com que os mais velhos relembrem de uma&lt;br /&gt;juventude que possuía um motivo para rebeldia e que realmente reconstruiu o futuro. base para&lt;br /&gt;os movimentos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2975823696306714170-1298255838383265050?l=teoriajornalistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://teoriajornalistica.blogspot.com/2008/06/resenha-sobre-1968-o-ano-que-no-acabou.html</link><author>Perhaps.3@gmail.com (Ana Clara Abreu)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_uhBwURCVs3U/SEc4iNZEFZI/AAAAAAAAACQ/5Mvx_XLlAlg/s72-c/evandro_teixeira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2975823696306714170.post-8381461450257625317</guid><pubDate>Mon, 26 May 2008 17:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-14T19:47:49.582-07:00</atom:updated><title>A boneca</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_uhBwURCVs3U/SDr769ZEFVI/AAAAAAAAAB0/BzHcFT5hW-k/s1600-h/boneca+de+pano.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5204749309710701906" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_uhBwURCVs3U/SDr769ZEFVI/AAAAAAAAAB0/BzHcFT5hW-k/s320/boneca+de+pano.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Texto em primeira pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Aquela escuridão aterrorizante de repente foi substituída por &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;uma luz forte que por pouco não me cegou. Então, enquanto &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;mantinha meus olhos fechados, senti que algo me tomava. Era &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;algo macio e aconchegante que eu não sentia há tempos. Lembrei &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;de quando eu era mais nova e tudo era luz. Tudo era tão claro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;  Não sei por que um dia tudo se tornou tão escuro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;  Quando abri meus olhos, me vi como antigamente. Se eu &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;pudesse, certamente morreria de tanta felicidade. Aquelas mãos &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;que tocavam as minhas hoje estão tão grandes e tão delicadas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;  Agora uma menina me abraça. Um abraço forte e possessivo. Agora, sinto que volto à vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto em terceira pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Isabelle sabia que estava ali, em uma das suas caixas. Tinha que estar. Jamais a jogaria fora. A &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;última caixa, perto das fotografias de sua mãe, foi aberta rapidamente. Então olhou a boneca de &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;pano que passara tanto tempo guardada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;  A boneca parecia menor e mais frágil. Nos tempos que Isabelle era mais nova, as mãos da &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;boneca pareciam maiores e os olhos mais expressivos. Mesmo assim, sabia que sua sobrinha iria &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;adorá-la.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;  A sobrinha olha a boneca e sorri. Quando a pega das mãos da tia, a abraça e sorri, agradecendo &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;o presente. Tendo agradecido, a menina sai correndo para a garagem brincar com sua nova &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;aquisição: a boneca de pano.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2975823696306714170-8381461450257625317?l=teoriajornalistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://teoriajornalistica.blogspot.com/2008/05/boneca.html</link><author>Perhaps.3@gmail.com (Ana Clara Abreu)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_uhBwURCVs3U/SDr769ZEFVI/AAAAAAAAAB0/BzHcFT5hW-k/s72-c/boneca+de+pano.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2975823696306714170.post-4989258835817326020</guid><pubDate>Thu, 15 May 2008 19:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-14T19:36:20.840-07:00</atom:updated><title>Shattered Glass</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_uhBwURCVs3U/SCyQxWbYpDI/AAAAAAAAABs/3AG-WP1Kv94/s1600-h/shattered_glass.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5200690847214511154" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_uhBwURCVs3U/SCyQxWbYpDI/AAAAAAAAABs/3AG-WP1Kv94/s320/shattered_glass.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;  “Shattered Glass” conta a história de Stephen Glass, um &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;jornalista que começa a trabalhar em uma revista conceituada &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;chamada: “The New Republic”. Para conseguir prestígio &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Stephen inventa matérias para publicar como histórias &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;verídicas, até que um jornal de internet resolve averiguar uma &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;de suas publicações e descobre que a matéria é fictícia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enquanto a farsa é aos poucos desmascarada, Stephen manipula &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;seus colegas de trabalho para tentar se inocentar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  Esse filme demonstra a importância da ética no jornalismo, a &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;responsabilidade, o cuidado que os jornalistas devem ter com suas matérias e como uma falha &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;pode acabar com sua credibilidade profissional. Mostra, também, que erros na edição podem &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;comprometer toda a equipe.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  “Shattered Glass” retrata o cuidado que se deve ter antes de publicar uma matéria que possa &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;desmoralizar um profissional e a importância de se obterem fontes verídicas e confiáveis. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2975823696306714170-4989258835817326020?l=teoriajornalistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://teoriajornalistica.blogspot.com/2008/05/shattered-glass.html</link><author>Perhaps.3@gmail.com (Ana Clara Abreu)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_uhBwURCVs3U/SCyQxWbYpDI/AAAAAAAAABs/3AG-WP1Kv94/s72-c/shattered_glass.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2975823696306714170.post-4561901463142936984</guid><pubDate>Thu, 15 May 2008 19:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-14T19:37:52.126-07:00</atom:updated><title>Responsabilidade Jornalística</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_uhBwURCVs3U/SCyMUGbYpCI/AAAAAAAAABk/sAbXFdBEiNM/s1600-h/welles.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5200685946656826402" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_uhBwURCVs3U/SCyMUGbYpCI/AAAAAAAAABk/sAbXFdBEiNM/s320/welles.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;                                                &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;(&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Orson Welles&lt;/span&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;  Em 30 de outubro de 1938, nos Estados Unidos, Orson Welles, inspirado na ficção “Guerra &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;dos Mundos” escrita por H. G. Wells, junto com seu grupo de teatro fez uma rádionovela que &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;induziu os ouvintes a esquecerem que se tratava de uma ficção. Mesmo tendo avisado no início &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;da transmissão que tudo o que seria narrado a seguir não passava de uma obra de ficção, cerca &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;de 1,2 milhão de ouvintes acreditaram que a ficção era verdade, o que causou um verdadeiro &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;tumulto. Como fora avisado no inicio da transmissão que se tratava de uma ficção e tendo &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;deixado claro ao final da transmissão mais uma vez que tudo não passava de uma ficção, Welles &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;mostrou-se responsável e ético.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  Anos mais tarde, em plena ditadura militar, uma rádio de São Luis, no Maranhão, fez o mesmo &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;que Orson. Contudo, omitiu o fato de se tratar de uma ficção e trocou os lugares onde as supostas &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;naves extraterrestres haviam caído por lugares próximos à cidade. A repercussão desse caso &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;chegou a tal ponto que aviões de caça sobrevoaram o local e quando as autoridades souberam &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;que se tratava de uma notícia falsa, a rádio maranhense saiu do ar. Nesse caso houve falta de &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;responsabilidade por não avisar que se tratava de uma ficção e provocar desespero nos ouvintes.&lt;br /&gt;  A responsabilidade jornalística não se limita a assinaturas depois de artigos, nem a arcar com &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;conseqüências de textos ambíguos; abrange também a veracidade da notícia e como essa notícia &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;é publicada.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2975823696306714170-4561901463142936984?l=teoriajornalistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://teoriajornalistica.blogspot.com/2008/05/responsabilidade-jornalstica.html</link><author>Perhaps.3@gmail.com (Ana Clara Abreu)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_uhBwURCVs3U/SCyMUGbYpCI/AAAAAAAAABk/sAbXFdBEiNM/s72-c/welles.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2975823696306714170.post-2978776486768246436</guid><pubDate>Thu, 15 May 2008 18:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-14T19:42:16.408-07:00</atom:updated><title>Dilema: O jornalista pode (deve ?) publicar um texto mesmo sabendo que  pessoas serão prejudicadas?</title><description>&lt;div align="justify"&gt;  &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_uhBwURCVs3U/SCyJ12bYpBI/AAAAAAAAABc/lIBP6pSVccw/s1600-h/jornais.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5200683227942528018" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 256px; CURSOR: hand; HEIGHT: 197px" height="194" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_uhBwURCVs3U/SCyJ12bYpBI/AAAAAAAAABc/lIBP6pSVccw/s320/jornais.jpg" width="303" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O dever de um jornalista é informar à população o que &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;ocorre a nossa volta, seguindo uma linha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de coerência e importância. Se for necessário publicar um&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;texto em que pessoas sejam prejudicadas, para mostrar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;aos outros o que está ocorrendo, então o jornalista deve&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;publicá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  As notícias têm a função de informar e a notícia não a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;intenção de agradar. O único cuidado que se deve ter é&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;com a escolha de palavras a fim de não se cometerem injustiças, por uma interpretação errada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;do jornalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Logo, se o jornalista for capaz de lidar responsavelmente com o que escreveu e tiver certeza do&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;seu trabalho, a noticia deve ser publicada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O jornalista deve informar a sociedade, mesmo que prejudique determinado grupo social.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2975823696306714170-2978776486768246436?l=teoriajornalistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://teoriajornalistica.blogspot.com/2008/05/dilema-o-jornalista-pode-deve-publicar.html</link><author>Perhaps.3@gmail.com (Ana Clara Abreu)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_uhBwURCVs3U/SCyJ12bYpBI/AAAAAAAAABc/lIBP6pSVccw/s72-c/jornais.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2975823696306714170.post-3209967990967523752</guid><pubDate>Thu, 08 May 2008 11:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-14T19:41:06.803-07:00</atom:updated><title>Um breve começo.</title><description>&lt;div align="justify"&gt;   &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_uhBwURCVs3U/SCLuXIL7eLI/AAAAAAAAABU/GFrVXY--E8E/s1600-h/comeco_blog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5197979001040894130" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_uhBwURCVs3U/SCLuXIL7eLI/AAAAAAAAABU/GFrVXY--E8E/s320/comeco_blog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;  O título foi escolhido pelo significado da palavra. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Miscelânea, etmologicamente, é a compilação de várias &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;peças literárias ou científicas no mesmo volume.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;  Aqui colocarei textos de diferentes temas, que mostre &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;na prática os textos produzidos em um curso de &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;jornalismo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; Como o começo sempre se mostra vazio e cheios de expectativas é preferível não escrever muito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;  Seja bem vindo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2975823696306714170-3209967990967523752?l=teoriajornalistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://teoriajornalistica.blogspot.com/2008/05/um-breve-comeo.html</link><author>Perhaps.3@gmail.com (Ana Clara Abreu)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_uhBwURCVs3U/SCLuXIL7eLI/AAAAAAAAABU/GFrVXY--E8E/s72-c/comeco_blog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item></channel></rss>